segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Fala Coração

Grita o que pede essa sedução,
Que faz este seu jeito louco.
Deixe-o a vontade fale coração,
Extravague mais um pouco.

Sinta a alma flutuar,
Na liberdade da imaginação.
Deixa a paixão borbulhar,
Não, não se aquiete coração.

De forte, carrega o mundo...
Cheio de novas perspectivas.
Este coração moribundo,
Grita com sua voz ativa...

Adoção a alma de emoção,
Sem qualquer pré-julgamento.
Deixe ouvir o que fala coração,
No estalar deste momento.

Quase sobrenatural,
É o que sente este meu coração.
Pois é meio surreal,
Querendo explodir na emoção.

O meu eterno amor, o primeiro...
Assim fala coração,
Pois sim acredite, é verdadeiro...
Que grita na emoção.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Atraente charme

Cala-me,
Com um beijo de desejo da sua vermelha e doce boca.
Abraça-me,
Com a gostosa ternura do seu aconchegante abraço.

Comprima-me,
Neste seu corpo quente de prazerosa loucura.
Prenda-me,
Nas suas deslumbrantes e delicadas curvas.

Desvenda-me,
Com este seu penetrante dominador olhar.
Satisfaça-me,
Com as suas profanas e férteis imaginações.

Enlouqueça-me,
 Com as suas infinitas e provocantes caricias.
Doma-me,
Com este seu envolvente e atraente charme.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Castigo

Não tenho medo do castigo,
Verdade! Não tenho medo.
Pois nunca serei castigado,
Por quer o homem que castiga seu irmão
Tadinho nunca foi verdadeiramente amado.

Sou filho do homem,
Dono de todo o universo.
Ele é dono da prata e do ouro,
Jamais me verá sofrendo.
Pois ele é amor infinito.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Adonde canta o Sabiá?

Adonde canta o Sabiá?
Sabia canta faceiro,
Lá no pé de cajá.
Que fica lá no terreiro.

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta o dia inteiro,
Lá na rama de cará.
Fazendo aquele pisero.

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta ligeiro,
Lá do lado de lá.
Será que é namoradeiro?

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta certeiro,
Lá no galho do ingá.
Tal qual um forasteiro.

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta canteiro,
Ao pé do manacá.
Tal qual um festeiro.

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta seresteiro,
Lá encima do maracujá.
Como um carreiro.

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta griteiro,
Lá na serra do maná,
Sob a flor do limoeiro.

Adonde canta o Sabiá?
Sabiá canta arteiro,
No morro do embuá.
Lá naquele barreiro.

Adonde canta o Sabiá?
Sabia canta ordeiro,
Lá onde tem uruá.
Canta seu canto inteiro.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Dancei

Dancei,
No tom da sua voz.
Dancei,
No ritmo das suas mãos.
Dancei,
No suingue dos teus beijos.
Dancei,
No mixar dos seus olhos.
Dancei,
Como seu fiel algoz.
Dancei,
Na loucura do seu sonho.
Dancei,
Tal qual um maluco estranho.
Dancei,
No seu nu corpo ao banho.
Dancei,
Procurando um caminho.
Dancei,
No deslizar na sua ternura.
Dancei,
No beber da minha frescura.
Dancei,
No deixar da minha loucura.
Dancei,
No me embriagar na sua doçura.
Dancei,
E nunca me cansei.
Dancei,
Gritei gritei e pulei.
Dancei,
E a ti me entreguei.
Dancei,
Te amei e te amei.

Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Eu sou tão

O que eu quero
É tão pequeno,
Perto da grandeza
Do que eu sinto.

O que me faz bem
É tão insignificante,
Diante de um mundo
Que eu tenho a oferecer.

O que eu sonho
É tão minúsculo
Frente ao que
Pede meu peito.

Eu sou tão pouco
E tão nada,
Perante ao tudo
Que eu posso ser.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Ainda bem

Ainda bem que te vejo,
Em cada sorriso do sol.
Ainda bem que te sinto,
Em cada brilho estralar.

Ainda bem que te tenho,
Em cada colorido do céu.
Ainda bem que te acompanho,
Em cada onda no mar.

Ainda bem que te abraço,
Em cada tocar nas flores.
Ainda bem que te busco,
Em cada desejo de amar.

Ainda bem que te resenho,
Em cada linha branca de papel.
Ainda bem que te guardo,
Em cada poema meu a rimar.



Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Meus sonhos

São flores coloridas,
Num campo aberto.
Estradas cheias de curvas,
Com poucas retas.

São as estrelas persistentes,
A brilharem no arranha céu.
A chuva a cair na madrugada,
Formando a brisa da manhã.

O amar em sua plenitude,
Nas veredas dos meus sonhos.
São desejos sempre vivos,
Nas expectativas das esperas.

As loucuras nunca desvendadas,
Nas vontades já guardadas.
Num jogo de pingue pongue,
Iniciado na roda da vida.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Sou criança grande

Sou criança grande,
Com desejo de algodão.
Sou criança grande,
Com vontade de balão.

Sou criança grande,
Com sonho de manjericão.
Sou criança grande,
Com loucura de açafrão.

Sou criança grande,
Que chupa o doce do dedão.
Sou criança grande,
Que brinca e rola pelo chão.

Sou criança grande,
Com coração de papelão.
Sou criança grande,
Com sorriso de um leão.

Sou criança grande
Com fome de pão.
Sou criança grande,
Com energia de pião.

Sou criança grande,
Que faz careta com limão.
Sou criança grande,
Que escorrega no corrimão.

Sou criança grande,
Que brinca de correr de rolimã.
Sou criança grande,
Que puxa o cabelo da sua irmã.

Sou criança grande,
Que pensa ser herói,
Sou criança grande,
Que machuca e dói.

Sou criança grande,
Com pensamento, vive em grande confusão.
Sou criança grande,
Que com loucura, amor e paixão faz fusão.

Sou criança grande,
Que depois das danaduras pede perdão.
Sou criança grande,
Que precisa de uma Eva para ser o adão.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Preciso gritar

Preciso gritar o que está me sufocando,
Antes que mate em mim tudo o que eu sinto.
Organizar o meu pensar para seguir em frente,
Para que eu não me perca como um retirante.

Isto que dói é um pedacinho da minha alma,
Um sonho despedaçado numa branca pagina.
Procurando uma direção para a reconstrução,
Para pulsar o amor novamente meu coração.

Buscarei na escuridão dessa vida,
Por mais dura que ela seja a claridade.
Nada me fará assim tão pequeno,
Essa loucura por viver me faz grande.

Que passe logo o meu silencio,
E um novo amor me aconteça.
Para que eu possa abrir um sorriso,
E uma nova paixão me aqueça.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Eu só quero

Eu só quero,
Um carinho de amor
Para curar essa dor
Essa dor de amor.

Eu só quero,
Um abraço gostoso
Para acalmar minha alma
Essa alma de amante.

Eu só quero
Um olhar bem atraente
Para atrair meus desejos
Esse desejo de amar.

Eu só quero você,
Neste teu corpo quente
Que me queima inteiro
Num prazer eloquente.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Este amor, este coração.

Este coração que se encontra calado,
Já foi muito magoado.
Hoje ele encontra-se em mim dilacerado,
Por este amor ignorado.

Este amor que se diz um ateu,
Não acredita na força dessa grande paixão.
Este amor que diz ser só meu,
Não escuta essa voz que grita no coração.

Este coração está danificado,
No chão jogado e quebrado.
Este amor foi por ti abandonado,
Amor meu, só quero ser amado.

Este amor que é teu,
Não faz de nada aqui dentro questão.
Aqui neste peito doeu,
E ainda dói essa maldita e fria solidão.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Antes eu fosse

Antes eu fosse as palavras,
Para preencher as linhas em brancas.
Antes eu fosse o céu escuro,
Para abrigar as brilhantes estrelas.
Antes eu fosse o imenso mar,
Para abrigar as movimentadas ondas.
Antes eu fosse o solo fértil,
Para brotar em mim a arvore do amar.
Antes eu fosse o rebelde vento,
Para soprar para todos os cantos a felicidade.
Antes eu fosso um grande jardim,
Para que as flores em mim, exalassem vidas.
Antes eu fosse o surrado livro,
Para que nele as histórias se entrelaçassem.
Antes eu fosse...

Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Setembro

Chegou setembro acompanhado da primavera,
Juntos trouxeram os mais variados perfumes.

Os jardins renovam os seus belos coloridos,
Encanto com alivio nossa alma e coração.

Chegou a primavera com a ternura de amar,
Com os dias aquecidos com os sonhos.
E a vida ganha mais sentido na grande festa,
Do viver e do sentir no decorrer dos dias.

E a primavera em setembro dos apaixonados,
Também alimenta as imaginações dos amantes.
Ao luar e a beira mar vivendo o real desejo,
No acariciar do sereno e nos cantos e encantos.

 Nos amores e loucuras noturnas, amando.
As palavras se misturando ao sentir,
No prazer de estar nos braços do luar.

Setembro vai se formando, e o amor sendo.
Na nostalgia de ver nos lábios um sorrir,
Esperando que as flores de pétalas nos banhar.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Espero-te

Espero-te,
Como sempre, toda provocante.
Espero-te,
Naquele traze toda atraente.
Espero-te,
Como um boêmio, um amante.
Espero-te,
Enfermo de amor, carente.
Espero-te,
Nesta paixão, que deixa-me doente.
Espero-te,
Como um poema, louco e apaixonante.

Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


Imagem e montagem minha:


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Eu escrevi no meu diário

Peguei no meu amigo diário,
Com a pena em punho.
Para lhe contar em versos,
Mais um segredinho.

Em lagrimas diárias,
Vou molhando suas paginas.
Preenchendo suas linhas,
Com minhas palavras sentidas.

Meu querido amigo diário,
Guardo nas suas paginas passadas.
Este amor imaginário,
Não revele mantenha-as amassadas.

Esta paixão amigo diário,
Está me enlouquecendo.
Ah amigo meu diário,
Eu preciso ser amado.

Este amor querido diário,
Não mais me escuta.
Mas eu comigo a quero,
Mas ela esta escondida.

Por hoje amigo é só,
Ó, por favor não conta,
Para ninguém sentir dó,
Deixo essa pagina marcada.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Meu Pai

Meu pai,
Já foi peão de fazenda nas Minas Gerais.
Meu pai,
Já tocou restaurante no Paraná.
Meu pai,
É pioneiro aqui em Rondonópolis – Mato Grosso.
Meu pai,
Aqui foi arrendatário de terra para cultivar algodão.
Meu pai,
Aqui foi corretor de terra na redondeza.
Meu pai,
Como tal – corretor – fez fortuna.
Meu pai,
Foi amigo dos amigos e hoje não tem nenhum.
Meu pai,
Perdeu tudo confiando nos ‘’amigos’’ das onças.
Meu pai,
Foi sitiante na zona rural e formou muita terra.
Meu pai,
Não foi um bom esposo, mas foi o pai que ele soube ser.
Meu pai,
Foi infiel sendo muito namorador e, ainda pensa que é. (RISO)
Meu pai,
Foi presidente de bairro e muito envolvida na politica.
Meu pai,
Hoje espera a sua partida deste plano...
Meu pai,
Escreveu sua história com bravura e coragem.
Meu pai,
Fez muito a muitos e fez de coração sem ter nada em troca.
Meu pai,
Quem é? É o senhor Manuel Cazuza de Souza hoje com seus 96 anos.
Meu pai...        

Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


Imagem e montagem minha:


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Vou me embora para livranda

Vou me embora para livranda,
Pois lá, as poesias sãos livres.
Vou me embora para livranda,
Pois lá, os versos são meus.

Vou me embora para livranda,
Pois lá, sou um rei.
Vou me embora para livranda,
Pois lá, não sofrerei.

Vou me embora para livranda,
Pois lá, alguém já me espera.
Vou me embora para livranda,
Pois lá, não tem nenhuma fera.

Vou me embora para livranda,
Pois lá, sim serei feliz.
Vou me embora para livranda,
Pois lá, criarei raiz.

Vou me embora para livranda,
Pois lá, não terá toda essa lambança.
Vou me embora para livranda,
Pois lá, daqui não terei lembrança.

Vou me embora para livranda,
Pois lá, em paz viverei.
Vou me embora para livranda,
Pois lá, a vida rimarei.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

É bem assim que a vida é

É bem assim que a vida é.
É como uma estrada,
Com curvas e retas.
Mas é bem assim que é.

Ela as vezes pode vir,
Com buracos e atoleiro.
Ela assim também vem,
Com subida e decida.

É bem assim que a vida é.
É como uma tempestade,
Totalmente devastadora.
Mas é bem assim que é.

Ela as vezes pode vir,
Plenitudemente longa.
Com as bordas floridas,
Calmamente sentida.

É bem assim que a vida é.
É uma grande aventura,
Com momentos variáveis.
Mas é bem assim que é.

Ela as vezes pode vir,
Colorida e bem suave.
Fazendo das noites,
Instantes inesquecíveis.

É bem assim que a vida é.
Um grande aprendizado,
De todas as coisas vivíveis.
Mas é bem assim que é


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.´


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Este povo Brasileiro

Este povo sofrido,
Ver as desgraças das suas más escolhas.
Este povo misto,
Ver as claras as gargalhadas dos canalhas.

Este povo bonito,
Ver este duro descaso desordenado.
Este povo quieto,
Ver este cruel e desumano retrocesso.

Este povo calado,
Ver a degradação e a destruição do seu sofrido passado.
Este povo ironizado,
Ver pela tela o apagar dos sangues há anos derramados.

Este povo recolonizado,
Ver de mãos atadas a sua soberania do papel ser riscada.
Este povo mal falado,
Verá nas mãos de corruptos a sua gente ser escravizada.

Este povo desvalorizado,
Ver banirem as suas conquistas e seus direitos conquistados.
Este povo massificado,
Ver sua história sendo enterrada e os seus gritos sufocados.

Este povo Brasileiro.
Ver as tapas na cara por parte dos desmandos a sua ruina.
Este povo hospitaleiro,
Ver o cuspir e pisar na sua dignidade ai com a cara fina.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Um poeta chamado Bilac

Um poeta chamado Bilac

Os seus versos parnasianos,
De sentidos e rimas perfeitas.
Trouxeram alivio intenso,
As minhas tristezas e angustias.

Num momento de duras duvidas,
Quando eu alto questionava-me.
Bilac em palavras me respondia,
Nas entrelinhas das suas poesias.

Reorganizavas minhas ideias,
Acalmando meus pensamentos.
Eu um lobo rebelde na alcateia,
Escondendo meus lamentos.

No exemplo dos seus lirismos,
Dei vida aos meus amores.
Aprendi nos sentimentalismos,
A expor as duras dores.

Mas também um nacionalista,
Que defendia a nossa bandeira.
De forma bem tradicionalista,
Nas suas ideias voraz e ordeira.

Com ele me tornei um romântico,
Nos meus versos melancólicos.
As vezes sou quase simétrico,
Nos meus amores platônicos.

Deste amigo que não conheço,
Somente os seus versos e rimas.
Que sem nenhum apeteço
Já cumpriu sua longa sina.

Agora fico no meu simbolismo,
Construindo minhas poesias.
Apesar de todo este realismo,
Deste meu amigo Bilac fantasia.

Assim dou sentido a vida,
Escrevendo sempre poesia.
Assistindo a desiludida,
Nesta grande romaria.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Eu gosto de te amar

Eu gosto de beijar sua boca,
Sentir sua língua vasculhar a minha.
Eu gosto de sentir seus lábios,
Com desejo e loucuras tocarem os meus.

Eu gosto quando seu corpo cola no meu,
Com tal e gostosa ternura a me envolver.
Eu gosto quando suas mãos começam,
A pesquisar-me curva por curva a enlouquecer.

Eu gosto de me sentir por ti domado,
Com os seus lábios a me banhar.
Eu gosto quando seu leve gingado,
Me enudencendo a me enfeitiçar.

Ah eu gosto de ouvir ao ouvido,
Besteirinhas de amar.
Eu gosto de te ver dançando,
Sob meu te desejar.

Eu gosto de te saborear nos meus desejos,
Sem qualquer tipo de proibição.
Eu gosto de me entregar aos seus beijos,
Gosto de te amar com emoção.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Meu doce amor

Vou às estrelas um pedido fazer,
Que brilhe naquela linda flor.
Vou nessa ciranda verso tecer,
Para o meu lindo doce amor.

A este amor eu darei todo carinho,
Que loucamente envolve-me.
Meu doce amor com os olhinhos,
Ternamente absorve-me.

Com nosso doce amor sob a luz do luar,
Vendo as estrelas a zombarem.
Neste insano mede de ao luar nos amar,
Em caricias nos tocarem.

Como os lobos famintos em alas,
Em uivos cantam o amor lunar.
Em rimas o poeta sempre falas,
Numa cede louca de só amar.

Em sonhos carnais e veros,
Ao som dos pífaros noturno.
Cantando os amores inversos,
Do sonho vivido diurno.

Te grito meu doce amor,
Na voz ouvida dos anjos.
Sentimento puro de dor,
Nos cantos dos arcanjos.

Ah meu doce amor,
Amor de noite enluarada.
Me molhar de suor,
Como sereno da madrugada.

Um grito de grande explosão,
Que da garganta sai pra fora.
Só por você este louco tesão,
Meu doce amor sinto agora.

É a fonte do nosso viver,
Essa vontade este prazer.
Amor doce a me enlouquecer,
Desta fonte quero sempre beber.

Prefiro dar, calor com amor.
Tiro do meu doce desejo folego,
Que faz de mim um sedutor.
Ai, fico perdido no seu chamego.

Peço-te que faça-me sonhar,
Com toda sua sensualidade.
Pois a ti preciso me revelar,
Só em profunda totalidade.

Tu, eu, e aquela rosa vermelha que te dei,
Rosa que roubei do jardim deste meu sonho,
Do talo que o espinho no qual me machuquei.
O machucado cicatrizou com o seu carinho.

Te ofereci em verdade o meu calor,
Para satisfazer nosso desejo.
Nas vontades que temos neste amor,
Que outro igual não vejo.

Pois juro contigo eu quero viver,
Sem pensar em decepção.
Entre nós deixo tudo acontecer,
Com leveza no coração.

Mas que seja também doce e fogoso,
O nosso encontro carnal.
Como essa ciranda termina gostoso,
Este nosso amor animal.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 19 de junho de 2017

A Lua:

Não sei, pois há tempo não vejo o meu eterno amado.
Vivemos um amor dividido, um amor desencontrado.
Aaaah... Sabe este sereno que se parece com o orvalho?
Pois é, são minhas lágrimas que o amanhã e as noites pedem emprestadas...
São prantos que dos meus olhos entre encontros e despedidas são derramados...


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

A saudade

A saudade é isso,
É vestígio de amor.
A saudade é assim,
Uma dor de morrer.
A saudade nos faz,
Chorar de amor.
A saudade se sente,
Assim nas lembranças.
A saudade é querer,
Amar sempre o mesmo amor.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Soneto – Manuscritos

Nos meus versos ficaras dito,
Estes silêncios sentir escritos.
Nas linhas brancas deste peito,
Guardados como manuscritos.

Nestes manuscritos revelo,
O que debate meu coração.
Não deixarei aqui em sigilo,
Essa minha louca emoção.

As mesmas que cura,
Essa sua ausência.
Nessa longa procura,
Pela sua existência.

Mas me perco nas circunstâncias,
Que ela ao longo do tempo produziu.
Entre nós ficou a insana distancia,
Desde o momento que você partiu.

Momento que deixara em conflito,
O coração e a razão em atrito.
Deixando a alma em vil aflito.

Em tudo que aqui eu sinto registro,
Nada muito assim meio sinistro.
Porem o que fica em mim restrito.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Essa raiva - 2

Essa loucura me mata,
Por dentro e por fora.
Loucura de te amar.

Este amor que eu quero,
Deixa-me aqui perdido.
Com o coração a sofrer.

Essa vontade me frustra,
Ao pensar que não a terei.
Levando-me a fechar.

Este desejo me doma,
Com o corpo em chama.
Fazendo-me te querer.

Essa raiva que me assola,
Nessa ânsia desatinada.
De pensar em te perder.

Este insano querer,
Que faz dessa paixão.
Um vulcão em erupção.

Essa verdade que te digo.
Que todos meus dias em versos,
São para te dizer que te amo.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Aspas culpatória

Não me calo por consequência
Deste amor que me ignora.
Que me condena a tal sentencia,
Que me deixa ir embora.

Sem antes recorrer à outra instância,
A defesa deste coração que implora.
Que sofre com a cruel arrogância,
Do frio e injusto abandono lá fora.

Que humilde pede em clemência,
Em voz mansa e simplória.
Que deseja no amar a incumbência,
Do perdão da acusatória.

Que persiste com a insistência,
Com as cruas aspas culpatória.
Que mata o amor na leniência,
De o isolante errar ditatória.

Assim o coração pede sequencia,
Para que a solidão não nos enrola.
Deixando em nós a dura ausência,
Dos argumentos que nos arrola.

No corpo fica a demência,
Dos carinhos de outrora.
Deixando a inconstância,
Do tempo vira a hora.

E os versos sofre interferência,
Neste poema que se finda agora.
Para que não fique a intolerância,
Do sentimento que nele aflora.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Amei

Quando questionar-me se amei-te?
Silencio-me. Pois meus olhos respondem-te.
Amei, amei com um amor louco.
Mas não foi o insuficiente para o seu ego.

Quando pedires provas que eu a amei?
Novamente vou calar-me.
Pois verá visivelmente em meu corpo,
As provas que me cobra.

Quando implorar-me que diga se eu louco amei-te?
Simplesmente fecharei meus olhas,
Para que as lágrimas que ardem em minha face te digam.
E uma vez mais sofrerei por este amor.

Mas quando silenciar-se comtemplando minha dor?
Sentirá a minha angustia causada pela sua ausência,
E começará a ver com clareza sua falta neste amor.
E então se cobrira como o manto das respostas e saberá.

Amei...


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Seja feliz

Seja feliz quando a chuva cair,
Alimentando a natureza.
Seja feliz quando o sol te acorda,
Aquecendo os sonhos.

Seja feliz ao sentir os sabores das frutas.
Que energiza e nutri o corpo.
Seja feliz ao ouvir os pássaros cantar,
Que alegra a alma com seus cantos.

Seja feliz ao passar o tempo,
Que cura as dores e enxuga os prantos.
Seja feliz ao passar o dia.
Que sempre nos ensina algo bom.

Seja feliz com o passar dos anos,
Pois com eles aprendemos a viver.
Seja feliz com o que você é,
Pois só assim saberá que és único.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Cala-te ó min ‘alma

Cala-te ó min ‘alma,
Sufoca essa dor.
Enxuga essa lágrima,
Que derrama em derredor.

Cala-te ó alma sofrida,
Tu que sofre por amar.
Não ver que me machuca,
Com vontade de chorar?

Cala-te ó alma minha,
Se não sente meu ser.
Pois neste meu sonhar,
Já sofre no querer.

Cala-te ó min ‘alma,
Guarde este amor.
Deixe-me na calma,
Deste sorriso encantador.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Voa pássaro voa

Voa pássaro voa.
Voa por entre a superficialidade,
Da minha raiva desta realidade.
Voa pássaro voa.

Voa pássaro voa.
Voa por entre as minhas lágrimas,
Desta dor que ficaram escondidas.
Voa pássaro voa.

Voa pássaro voa.
Voa e me traga o meu amor,
Leve de mim este desamor.
Voa pássaro voa.

Voa pássaro voa.
Traga-me um novo canto,
Expulsa de mim o desalento.
Voa pássaro voa.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Nada

Nada neste momento,
É tão cruel que a dor,
Nada no agora,
É tão sublime que o amor.

Nada neste jardim,
É tão vivas que as flores.
Nada nesta vida,
É tão divina que as cores.

Nada no agora,
Me fará pequeno.
Nada é tão cruel,
Do que o engano.

Nada aqui é tão frio,
Que a solidão.
Nada é tão vivo,
Que essa paixão.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Na poesia

Nela eu não só existo,
Nela eu tenho asas.
Nela eu não só vivo,
Nela eu posso voar.
Nela eu não só grito,
Nela eu tenho lugar.
Nela eu não me omito,
Nela eu sou poesias.

Nela eu não sou mudo,
Nela eu tenho sonhos.
Nela eu sou apenas eu,
Nela eu posso amar.
Nela eu tenho espaço,
Nela eu mato a sede.
Nela eu me torno versos,
Nela eu sou poesia.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A carne é fraca

Ainda que nada neste país mude,
Com tanta muvuca.
Anda há quem essa desculpa use,
A nossa carne é fraca.

Meus queridos companheiros,
Os caras do poder já estão afobados.
São as delações é a ‘’lava jatos’’,
E agora as vacas indo pro brejo.

Senhor alienígena, por favor, me leva.
Já não estão mais aguentando,
Sim senhor eu sei que a carne é fraca.
Mas por que estamos pagando?

E doente só resta ficar chorando,
Ou morrer a mingua na fila do Sus.
Enquanto os amigos do rei gastando,
O nosso que pagamos nos IPTUS.

Irá morar em outro longínquo país,
Caso não morra a democracia.
Pois a impunidade nela não tem raiz,
Na nossa carta magna tem essa garantia.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 27 de março de 2017

Carioca

Eu busquei ao longo deste dia,
Transforma-la em poesia.
Em verso ou em melodia,
Nem que seja em fantasia.

Deixei a minha mente te pesquisar,
Para que eu tivesse o que te falar.
Pus-me por hora a te analisar,
Para que eu tivesse o que falar.

Insistir em te desconstruir,
Sem nenhuma má intenção.
Na tentativa de apenas extrair,
Os segredos do seu coração.

Logo que assim descobri,
Comecei assim te desenhar.
A mente em palavras veio a abri,
E pude dessa forma rascunhar:

Em sua essência de mulher,
Guarda um sonho de menina.
Viajar pelo mundo sem medo do que vier.
Sendo soberana em sua vontade como ave de rapina.

Não lhe importa o tempo,
Nos lugares tem seus momentos,
Para se chegar ao topo,
Só precisa-se fugir dos tormentos.

E ser forte nas quedas,
Para do foco não se desviar,
Desabrochando as flores guardadas,
Sempre não tendo medo algum de amar.

Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.