segunda-feira, 19 de junho de 2017

A Lua:

Não sei, pois há tempo não vejo o meu eterno amado.
Vivemos um amor dividido, um amor desencontrado.
Aaaah... Sabe este sereno que se parece com o orvalho?
Pois é, são minhas lágrimas que o amanhã e as noites pedem emprestadas...
São prantos que dos meus olhos entre encontros e despedidas são derramados...


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

A saudade

A saudade é isso,
É vestígio de amor.
A saudade é assim,
Uma dor de morrer.
A saudade nos faz,
Chorar de amor.
A saudade se sente,
Assim nas lembranças.
A saudade é querer,
Amar sempre o mesmo amor.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Soneto – Manuscritos

Nos meus versos ficaras dito,
Estes silêncios sentir escritos.
Nas linhas brancas deste peito,
Guardados como manuscritos.

Nestes manuscritos revelo,
O que debate meu coração.
Não deixarei aqui em sigilo,
Essa minha louca emoção.

As mesmas que cura,
Essa sua ausência.
Nessa longa procura,
Pela sua existência.

Mas me perco nas circunstâncias,
Que ela ao longo do tempo produziu.
Entre nós ficou a insana distancia,
Desde o momento que você partiu.

Momento que deixara em conflito,
O coração e a razão em atrito.
Deixando a alma em vil aflito.

Em tudo que aqui eu sinto registro,
Nada muito assim meio sinistro.
Porem o que fica em mim restrito.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Essa raiva - 2

Essa loucura me mata,
Por dentro e por fora.
Loucura de te amar.

Este amor que eu quero,
Deixa-me aqui perdido.
Com o coração a sofrer.

Essa vontade me frustra,
Ao pensar que não a terei.
Levando-me a fechar.

Este desejo me doma,
Com o corpo em chama.
Fazendo-me te querer.

Essa raiva que me assola,
Nessa ânsia desatinada.
De pensar em te perder.

Este insano querer,
Que faz dessa paixão.
Um vulcão em erupção.

Essa verdade que te digo.
Que todos meus dias em versos,
São para te dizer que te amo.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Aspas culpatória

Não me calo por consequência
Deste amor que me ignora.
Que me condena a tal sentencia,
Que me deixa ir embora.

Sem antes recorrer à outra instância,
A defesa deste coração que implora.
Que sofre com a cruel arrogância,
Do frio e injusto abandono lá fora.

Que humilde pede em clemência,
Em voz mansa e simplória.
Que deseja no amar a incumbência,
Do perdão da acusatória.

Que persiste com a insistência,
Com as cruas aspas culpatória.
Que mata o amor na leniência,
De o isolante errar ditatória.

Assim o coração pede sequencia,
Para que a solidão não nos enrola.
Deixando em nós a dura ausência,
Dos argumentos que nos arrola.

No corpo fica a demência,
Dos carinhos de outrora.
Deixando a inconstância,
Do tempo vira a hora.

E os versos sofre interferência,
Neste poema que se finda agora.
Para que não fique a intolerância,
Do sentimento que nele aflora.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Amei

Quando questionar-me se amei-te?
Silencio-me. Pois meus olhos respondem-te.
Amei, amei com um amor louco.
Mas não foi o insuficiente para o seu ego.

Quando pedires provas que eu a amei?
Novamente vou calar-me.
Pois verá visivelmente em meu corpo,
As provas que me cobra.

Quando implorar-me que diga se eu louco amei-te?
Simplesmente fecharei meus olhas,
Para que as lágrimas que ardem em minha face te digam.
E uma vez mais sofrerei por este amor.

Mas quando silenciar-se comtemplando minha dor?
Sentirá a minha angustia causada pela sua ausência,
E começará a ver com clareza sua falta neste amor.
E então se cobrira como o manto das respostas e saberá.

Amei...


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Seja feliz

Seja feliz quando a chuva cair,
Alimentando a natureza.
Seja feliz quando o sol te acorda,
Aquecendo os sonhos.

Seja feliz ao sentir os sabores das frutas.
Que energiza e nutri o corpo.
Seja feliz ao ouvir os pássaros cantar,
Que alegra a alma com seus cantos.

Seja feliz ao passar o tempo,
Que cura as dores e enxuga os prantos.
Seja feliz ao passar o dia.
Que sempre nos ensina algo bom.

Seja feliz com o passar dos anos,
Pois com eles aprendemos a viver.
Seja feliz com o que você é,
Pois só assim saberá que és único.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Cala-te ó min ‘alma

Cala-te ó min ‘alma,
Sufoca essa dor.
Enxuga essa lágrima,
Que derrama em derredor.

Cala-te ó alma sofrida,
Tu que sofre por amar.
Não ver que me machuca,
Com vontade de chorar?

Cala-te ó alma minha,
Se não sente meu ser.
Pois neste meu sonhar,
Já sofre no querer.

Cala-te ó min ‘alma,
Guarde este amor.
Deixe-me na calma,
Deste sorriso encantador.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Voa pássaro voa

Voa pássaro voa.
Voa por entre a superficialidade,
Da minha raiva desta realidade.
Voa pássaro voa.

Voa pássaro voa.
Voa por entre as minhas lágrimas,
Desta dor que ficaram escondidas.
Voa pássaro voa.

Voa pássaro voa.
Voa e me traga o meu amor,
Leve de mim este desamor.
Voa pássaro voa.

Voa pássaro voa.
Traga-me um novo canto,
Expulsa de mim o desalento.
Voa pássaro voa.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Nada

Nada neste momento,
É tão cruel que a dor,
Nada no agora,
É tão sublime que o amor.

Nada neste jardim,
É tão vivas que as flores.
Nada nesta vida,
É tão divina que as cores.

Nada no agora,
Me fará pequeno.
Nada é tão cruel,
Do que o engano.

Nada aqui é tão frio,
Que a solidão.
Nada é tão vivo,
Que essa paixão.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Na poesia

Nela eu não só existo,
Nela eu tenho asas.
Nela eu não só vivo,
Nela eu posso voar.
Nela eu não só grito,
Nela eu tenho lugar.
Nela eu não me omito,
Nela eu sou poesias.

Nela eu não sou mudo,
Nela eu tenho sonhos.
Nela eu sou apenas eu,
Nela eu posso amar.
Nela eu tenho espaço,
Nela eu mato a sede.
Nela eu me torno versos,
Nela eu sou poesia.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A carne é fraca

Ainda que nada neste país mude,
Com tanta muvuca.
Anda há quem essa desculpa use,
A nossa carne é fraca.

Meus queridos companheiros,
Os caras do poder já estão afobados.
São as delações é a ‘’lava jatos’’,
E agora as vacas indo pro brejo.

Senhor alienígena, por favor, me leva.
Já não estão mais aguentando,
Sim senhor eu sei que a carne é fraca.
Mas por que estamos pagando?

E doente só resta ficar chorando,
Ou morrer a mingua na fila do Sus.
Enquanto os amigos do rei gastando,
O nosso que pagamos nos IPTUS.

Irá morar em outro longínquo país,
Caso não morra a democracia.
Pois a impunidade nela não tem raiz,
Na nossa carta magna tem essa garantia.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 27 de março de 2017

Carioca

Eu busquei ao longo deste dia,
Transforma-la em poesia.
Em verso ou em melodia,
Nem que seja em fantasia.

Deixei a minha mente te pesquisar,
Para que eu tivesse o que te falar.
Pus-me por hora a te analisar,
Para que eu tivesse o que falar.

Insistir em te desconstruir,
Sem nenhuma má intenção.
Na tentativa de apenas extrair,
Os segredos do seu coração.

Logo que assim descobri,
Comecei assim te desenhar.
A mente em palavras veio a abri,
E pude dessa forma rascunhar:

Em sua essência de mulher,
Guarda um sonho de menina.
Viajar pelo mundo sem medo do que vier.
Sendo soberana em sua vontade como ave de rapina.

Não lhe importa o tempo,
Nos lugares tem seus momentos,
Para se chegar ao topo,
Só precisa-se fugir dos tormentos.

E ser forte nas quedas,
Para do foco não se desviar,
Desabrochando as flores guardadas,
Sempre não tendo medo algum de amar.

Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Anel no bolso

Guardei um anel no bolso,
Aquele que te prometi.
Quando de longe vi,
Você saboreando outra boca.

Aquele anel que marcaria,
O dia do nosso amor.
Perdeu o sentido quando a vi,
Nos braços de outro.

Guardei no bolso um anel,
Que amarraria nos sonhos.
Quando meu coração se dilacerou,
Por me causar tamanha dor.

Aquele anel que um dia,
Foi o nosso mais doce plano.
Ao perceber que me jogasse ao engano,
Te vendo feliz com o perfume de outro.

Guardei o maldito anel no bolso,
Senti seu peso ferir o meu orgulho.
Ao ver o seu olhar de encanto no dele,
Destruindo aqui dentro o meu mundo.

Aquele anel uma prova seria,
Do meu verdadeiro amor por ti.
Agora dilui-se infinitamente,
Em magoa por tão louco ama-la.

Este anel maldito,
Agora me perturba.
Vive ali exposto,
Ao lado da sua fotografia.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Eu te amo

Eu te imagino num jeito meigo
Eu te espero linda no tempo
Eu te quero nos meus sonhos
Eu te amo como um louco.

Eu te sinto aqui num beijo
Eu te preciso num abraço
Eu te necessito como um doido
Eu te encontro no espaço.

Eu te grito na força dos ventos
Eu te busco na fonte do desejo
Eu te vejo aqui como um anjo
Eu te espero pelo infinito.

Eu te crio e assim me faz vivo
Eu te rabisco no meu desejo
Eu te descrevo nos meus lábios
Eu te absorvo no meu mundo.

Eu te digo assim que te quero
Eu te peço assim em namoro
Eu te procuro nos meus versos
Eu te escrevo no meu livro.

Eu assim te quero
Eu assim te desejo
Eu assim te preciso
Eu assim te AMO.


Autor: Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.


segunda-feira, 6 de março de 2017

Coração meu coração

Coração meu coração,
Rogo-te não sofra assim.
Não machuca o peito,
Tenha pena de mim.

Coração meu coração,
Não seja enganador.
Bata forte eu te peço,
Não me deixe em dor.

Coração meu coração,
Não ver que estou triste.
Seja meu fiel amigo,
Sem medo ao amor grite.

Coração meu coração,
Sei que já está cansado.
Não de razão a solidão,
Ela o quer dilacerado.

Coração meu coração,
Não seja um acovardado.
Não se entregue a ilusão,
Deixe-a lá no passado.

Coração meu coração,
Sei ser grande este fardo.
Não se permita a decepção,
Cansei-me de amar calado.

Coração meu coração,
Não seja-me um ingrato.
Eu que recolho seus cacos,
Despedaçados ao chão.


Autor: Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Eu sou

Eu sou um poeta amante,
Que ama, ama e ama.
E acaba aqui sofrendo.

Eu sou sim um deficiente
Que sonha, sonha e sonha.
Mas ainda acredita no amor.

Eu sou pequeno menino,
Que brinca, brinca e pula.
Mas aqui nos meus sonhos.

Eu sou um daqueles apaixonados,
Que canta, canta e chora.
E nunca se entrega ao lamento.

Sou eu menino como aquele manhoso,
Que quer, quer e precisa.
De ao menos um pouquinho de carinho.

Sou eu um simples louco poeta.
Que escreve, escreve e vive.
Em cada linha dos seus versos.

Eu sou um tal Joabe,
Que ama, vive e escreve.
Tudo que ele acredita.


Autor: Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A gaiola

A loucura é uma gaiola,
A liberdade é uma gaiola.
A verdade é uma gaiola,
A vontade é uma gaiola.
A vaidade é uma gaiola,
A natureza é uma gaiola.

O amor é uma gaiola,
O medo é uma gaiola.
O desejo é uma gaiola,
O prazer é uma gaiola.
O querer é uma gaiola,
O egoísmo é uma gaiola.

A loucura é uma liberdade,
Que te trancará numa gaiola.
A verdade é uma vontade,
Que te levará a uma gaiola.
A vaidade é sim natural,
Que produzirá uma gaiola.

O amor é um medo,
Que será uma gaiola.
O desejo é um prazer,
Que virará numa gaiola.
O querer é um egoísmo,
Que acabará numa gaiola.


Autor: Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Grito tremulo

Garimpo na minha alma,
Um tesouro que ninguém ver.
São sentimentos sinceros,
Que resplandece em meu olhar.

Guardo em meu sorrir,
A verdade que não quer calar.
Mesmo que um dia eu me vá,
Nunca deixarei de te amar.

Guardo comigo o que foi belo,
Para sempre eu de ti recordar.
Grito ao vento essa minha dor,
Na esperança de alguém escutar.

Grito assim com a voz tremula,
Eu preciso te sentir e tocar.
Quero que isso logo aconteça,
Antes que o dia venha me acordar.

Mesmo que isso assim não seja,
Serei eu o mais feliz então.
Ainda que ao meu lado não esteja,
Mas a guardarei no coração.


Autor: Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Este sou eu

Este sou eu,
Na minha simplicidade.
Mas este eu,
Também é constante.

Nas minhas buscas,
Pelo verdadeiro amor.
Nas minhas lutas,
Para não sentir dor.

E este eu,
Tem um coração.
E este eu,
Sofre de paixão.

E eu aqui,
Grita por amar,
E eu aqui,
Só sabe te chamar.


Autor: Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta.