Não basta dormir para sonhar,
Temos que usar a sensibilidade,
Para imaginar que somos o que devemos ser,
Sonhar alguma coisa gostosa,
Podemos fazer aquilo que queremos,
Basta usarmos nossa capacidade de imaginação,
Podemos ser um pássaro que voa no horizonte,
Podemos ser uma folha seca que o vento leva,
Podemos ser a luz do sol,
Com um sorriso aberto,
Podemos ser tudo,
Mesmo sem sermos nada disso,
Sonhar é simplesmente viver,
Sem medo de ser feliz.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Entenda-me por um minuto
Ninguém quer me beijar,
Amar-me e me abraçar
Jogar-me na cama
Fazer-me um cafuné
Chamar-me de meu bem!
Ninguém faz nada comigo
Mas tem que ter calma,
Paciência.
Ninguém me olha nos olhos!
Uai! Seus amigos não olham nos olhos?
Com aquele jeito penetrante,
Que me arrebata a alma.
Ninguém, ninguém
Mas eu estou no msn,
Mas eu to falando com você
Ahhhhh! Ninguém.
Ninguém, ninguém me entende!
Eu também dizia isso
Eu queria entende-lo
Ninguém jamais será capaz
De ao menos tentar me entender
Eu acho que o entendo!
Mas tudo bem!
Mas como ousa me entender?
É que eu sou ousada!
Sabe o que eu sinto?
SABE?
Acho que sei,
Mas não vou falar
Então tente...
Não, eu não vou falar
Tente é tu ousada mesmo!?
Não, eu não posso falar.
Realmente não é tu capaz de entender a si mesmo,
Muito menos a mim.
Entende-me agora?
Realmente eu não o entendo!
Agora sim me entende!
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta com a parceria de Thais Muniz.
Amar-me e me abraçar
Jogar-me na cama
Fazer-me um cafuné
Chamar-me de meu bem!
Ninguém faz nada comigo
Mas tem que ter calma,
Paciência.
Ninguém me olha nos olhos!
Uai! Seus amigos não olham nos olhos?
Com aquele jeito penetrante,
Que me arrebata a alma.
Ninguém, ninguém
Mas eu estou no msn,
Mas eu to falando com você
Ahhhhh! Ninguém.
Ninguém, ninguém me entende!
Eu também dizia isso
Eu queria entende-lo
Ninguém jamais será capaz
De ao menos tentar me entender
Eu acho que o entendo!
Mas tudo bem!
Mas como ousa me entender?
É que eu sou ousada!
Sabe o que eu sinto?
SABE?
Acho que sei,
Mas não vou falar
Então tente...
Não, eu não vou falar
Tente é tu ousada mesmo!?
Não, eu não posso falar.
Realmente não é tu capaz de entender a si mesmo,
Muito menos a mim.
Entende-me agora?
Realmente eu não o entendo!
Agora sim me entende!
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta com a parceria de Thais Muniz.
CINCO QUARTETOS
Peço a ti, soberano senhor,
A mais pura verdade
Sobre o infinito e eterno amor
Diante da dura e cruel realidade.
Conheço um sentimento que leva a amizade
Não sei se é mentira ou verdade
Mas quero, unicamente, sua amizade
Pois entendo você como verdade.
Princesa, porque vejo no seu rosto essa tristeza,
Marca crua de sua fraqueza
Que digo com toda minha franqueza
Que eterna é sua beleza.
Vírgula, ponto tem a vida
Caminho, realidade perdida
Sonho louco de uma mentira vivida
Eterno ponto final é a vida.
Tiro da alma a franqueza
Por viver uma eterna mentira
Não do mundo, nem da alma
Mas da pura e única beleza.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
A mais pura verdade
Sobre o infinito e eterno amor
Diante da dura e cruel realidade.
Conheço um sentimento que leva a amizade
Não sei se é mentira ou verdade
Mas quero, unicamente, sua amizade
Pois entendo você como verdade.
Princesa, porque vejo no seu rosto essa tristeza,
Marca crua de sua fraqueza
Que digo com toda minha franqueza
Que eterna é sua beleza.
Vírgula, ponto tem a vida
Caminho, realidade perdida
Sonho louco de uma mentira vivida
Eterno ponto final é a vida.
Tiro da alma a franqueza
Por viver uma eterna mentira
Não do mundo, nem da alma
Mas da pura e única beleza.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
CONVIVER COM A DIFERENÇA
Falar de diferença
Para mim é prático,
Pois fisicamente sou diferente.
O meu maior problemas
É aceitar as indiferenças
Das pessoas a meu respeito.
Mas aceito e procuro entender
Os motivos e a diversidade
Em suas várias formas de pensamento.
Não quero me sentir
Ou fazer com que as pessoas
Me vejam diferente.
Sinto-me igual a qualquer pessoa
Em todos os aspectos,
Apenas apresentando uma diferença no aspecto físico.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
Para mim é prático,
Pois fisicamente sou diferente.
O meu maior problemas
É aceitar as indiferenças
Das pessoas a meu respeito.
Mas aceito e procuro entender
Os motivos e a diversidade
Em suas várias formas de pensamento.
Não quero me sentir
Ou fazer com que as pessoas
Me vejam diferente.
Sinto-me igual a qualquer pessoa
Em todos os aspectos,
Apenas apresentando uma diferença no aspecto físico.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
UM CACHORRO
A grande mãe guarda seus ressentimentos. Por isso, se descomedirmos uma parte sua, n’outrora avir-nos-emos com ela. Nos céus os ventos principiam a tormenta. As águas que começam a derramar-se, gota a gota, familiarizam-se com os dejetos com os quais as ruas e rios são contemplados. Há quem acredite que se trate do fim dos tempos. Há quem acredite que foi simplesmente uma fatalidade. Há quem acredite que somos mais podres que nossos dejetos e que, por isso, preferimos depositar o peso da culpa no outro. Eu acredito nisso. Se alguma sorte de criador obsequiou a terra, os céus e todas as águas que há neles, não haveria de dizimar todo o seu trabalho duro. Não vejo nisso sentido algum. Há não ser que o mesmo seja tão contraditório quanto pregam indiretamente por aí...
O grande pai não redime nosso gabo por duvidarmos de sua existência quando em nós a vida esvai-se. Mas se a grande mãe de que falo é quem carrega todo o fardo de nossa existência, não é ela quem deveria decidir se nos comiseraria? Competitivos como somos, há de termos jus ao amor que dela provém? Não mesmo! Somos egoístas a ponto de crer que somos o escopo do âmago de toda a ira que os deuses emanam. A grande mãe, como toda grande mulher que se preza, e tudo que nela há, deve, portanto, conosco findar-se. Até mesmo aquele pobre cachorro que escapou-se pelos braços de sua gorda dona. Ao pequeno e indefeso animal já foi dado o veredito final de nossa ínclita complacente justiça social: CULPADO!
Leonardo Nascimento
O grande pai não redime nosso gabo por duvidarmos de sua existência quando em nós a vida esvai-se. Mas se a grande mãe de que falo é quem carrega todo o fardo de nossa existência, não é ela quem deveria decidir se nos comiseraria? Competitivos como somos, há de termos jus ao amor que dela provém? Não mesmo! Somos egoístas a ponto de crer que somos o escopo do âmago de toda a ira que os deuses emanam. A grande mãe, como toda grande mulher que se preza, e tudo que nela há, deve, portanto, conosco findar-se. Até mesmo aquele pobre cachorro que escapou-se pelos braços de sua gorda dona. Ao pequeno e indefeso animal já foi dado o veredito final de nossa ínclita complacente justiça social: CULPADO!
Leonardo Nascimento
sábado, 8 de janeiro de 2011
Cadê aquela bela Sereia?
Aquela que no mar mareia
Aquela que em mim noiteia
Aquela que canta na lua cheia
Aquela que sob o sol bronzeia
Aquela que se transforma na areia
Aquela que em minha mente vagueia
Aquela que no meu peito o amor semeia
Aquela que na praia por entre a brisa passeia
Aquela que faz o meu sangue ferver na veia
Aquela que a minha cabeça sempre entonteia
Aquela que em todos os meus sonhos devaneia
Aquela que a ardente chama da paixão incendeia
Aquela que como aranha me prende em sua teia
Aquela que de cujo perfume envolve-me e rodeia
Aquela que com os dedos o meu prazer massageia
Aquela que com suas excitantes caricias me estremeceia
Aquela que faz dos nossos íntimos encontros uma gostosa ceia
Aquela que faz o tempo parar, a noite eternizar com sua magia de sereia
Aquela que me faz um ser feliz, mas só de pensar que pode ir já me receia
Aquela que já sabe fazer de mim um brinquedinho seu e me cobre com areia
Cadê aquela minha bela menina, cadê a minha vida, cadê a minha guria sereia.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
Aquela que em mim noiteia
Aquela que canta na lua cheia
Aquela que sob o sol bronzeia
Aquela que se transforma na areia
Aquela que em minha mente vagueia
Aquela que no meu peito o amor semeia
Aquela que na praia por entre a brisa passeia
Aquela que faz o meu sangue ferver na veia
Aquela que a minha cabeça sempre entonteia
Aquela que em todos os meus sonhos devaneia
Aquela que a ardente chama da paixão incendeia
Aquela que como aranha me prende em sua teia
Aquela que de cujo perfume envolve-me e rodeia
Aquela que com os dedos o meu prazer massageia
Aquela que com suas excitantes caricias me estremeceia
Aquela que faz dos nossos íntimos encontros uma gostosa ceia
Aquela que faz o tempo parar, a noite eternizar com sua magia de sereia
Aquela que me faz um ser feliz, mas só de pensar que pode ir já me receia
Aquela que já sabe fazer de mim um brinquedinho seu e me cobre com areia
Cadê aquela minha bela menina, cadê a minha vida, cadê a minha guria sereia.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
FICA SEMPRE UM POUCO DE PERFUME...importantissimo
Estranho caso clínico O parto foi através de cesariana, pois até a data prevista 31/3 não houve sinais, então optamos pela cirurgia. Pedro nasceu muito bem. Chorou logo e teve nota 9 de Apgar. Nasceu com 48 cm e pesou 3,430kg. Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito e nenhuma doença. Sentou com cinco meses, andou com 11 meses, disse as primeiras palavras com 7 meses e antes disso já emitia sons naturais de um bebê. Com um ano e dois meses, certa tarde durante o sono, Pedro acordou assustado como estivesse se engasgando. Isso se repetiu por mais alguns dias até que fomos ao médico. Este viu uma crise, suspeitou de refluxo-gastresofágico e solicitou alguns exames. Nesta época, estas crises aconteciam mais ou menos 10 vezes ao dia e duravam aproximadamente 15 segundos. Como os exames não acusaram nada, por indicação do médico, procuramos um neurologista infantil que disse tratar-se de crises convulsivas. Fizemos um primeiro eletro encefalograma que foi normal. Procuramos o Dr.Salomão Schwartzmam, que o avaliou e considerou-o logicamente perfeito. Nesse período, as crises aumentavam em quantidade e intensidade. Assim, em agosto de 90 ele foi internado na UTI pela primeira vez com aproximadamente uma crise a cada 3 minutos. Ficou no Hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas. Fez uma Tomografia Computadorizada que foi normal. O segundo eletro acusou foco irritadiço do lado direito cérebro. Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal, porém mostrava-se mais sonolento. As crises continuavam; eram crises mistas. Em outubro de 90, percebemos que ele estava sorrindo menos, chorando menos e que quando sorria, o lado esquerdo de seu rosto parecia paralisado. Em novembro de 90, percebi que ele usava menos o braço esquerdo. Os médicos chamaram de seqüelas. Em dezembro de 90, fizemos uma ressonância magnética de crânio, um exame de Fundo de Olho alguns exames para detectar erros inatos do metabolismo. Todos os exames foram normais. Nessa época, ele já apresentava dificuldade para caminhar e falava menos. Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia. No decorrer de sete meses mudamos de médicos por diversas vezes vários anticonvulsivantes foram testados. Porém o efeito nunca era totalmente satisfatório. E esteve internado mais duas vezes para controlar crises mais frequêntes Em janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do hospital sem andar, sentar ou falar.Em fevereiro, novamente foi internado com crises muito fortes, ficou 20 dias no Hospital.As crises já duravam 1 min, manifestando-se a cada 10 min. Nessa ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de Metabolismo, porém nada foi encontrado... A habilidade motora dele ficou debilitada. Quando teve alta, não segurava a cabeça, não sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não fixar o olhar em nada. O tempo foi passando, e com seções de fisioterapia e muito carinho Pedro foi conseguindo alguns pequenos progressos. Continuávamos nossa maratona em médicos e exames, porém nada acontecia. Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite, com duração de cerca de 1 min. No final de 95, ele ficou alguns dias consecutivos sem apresentar crises. Nestes últimos anos, repetiu alguns exames, porém nada de novo foi encontrado. Teve complicações pulmonares e tomou muito antibiótico. Nos últimos meses de 95, Pedro readquiriu o controle da cabeça e ganhou maior firmeza no tronco. Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não manifestando desejo de pegá-los. Seu rosto ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar. Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que se apresentou tal e qual a anterior, segundo o médico que assinou o laudo. O Dr. Fernando Arita, seu médico atual, diagnosticou que Pedro tem um cérebro um pouco menos denso do que uma criança de 7 anos. Repetimos também o eletro encefalograma, que se apresentou bem melhor que o anterior, com crises mais localizadas. Fizemos também, um estudo de Cariótipo (pai, mãe e filho) com a Dra.Rita de Cássia Stoco e nada foi encontrado. Disse suspeitar de Doenças Mitocondriais e sugeriu que fizéssemos um estudo de DNA. Foi feita também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e cromatografia de açúcares na urina. Atualmente, Pedro mantém cerca de 4 crises convulsivas durante o sono, rincipalmente a partir das horas da madrugada. Em suas crises estica braços e pernas, gira a cabeça para a esquerda e chora.. Duram cerca de 45 segundos. Sua atenção continua fixa nas pessoas e objetos, porém não se movimenta espontaneamente. Readquiriu razoável controle de tronco, porém não senta, não fica em pé, não fala, não sorri ou chora. De dois anos para cá, desenvolveu uma escoliose bastante preocupante. Está medicado com Rivotril, Valpakine e Tryleptal. Pedro, atualmente, está com 15 anos. Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o que acontece com Pedro, e, também nunca encontramos alguém com problema semelhante para trocar experiências.. Se você puder ajudar, se for médico ou já conheceu alguma criança com o mesmo problema, por favor, nos escreva. Se não, passe essa mensagem para frente para que encontre o destino certo.
Muito Obrigado,
Liane e Manoel.
Nosso endereço:
Rua Conselheiro Brotero,
Nº 1559 apto 134
CEP 01232-011 São
Paulo - SP - BRASIL
Fone: (11) 3662.4826
PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um ato de solidariedade. Peço a todas as pessoas que receberam esta mensagem que, por favor, tentem se conscientizar da necessidade que nós, seres humanos,temos de receber a ajuda um do outro.
Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde aquela que você escreve todos os dias, até a pessoa que você não escreve há muito tempo...
Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família...
'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas (...)
Muito Obrigado,
Liane e Manoel.
Nosso endereço:
Rua Conselheiro Brotero,
Nº 1559 apto 134
CEP 01232-011 São
Paulo - SP - BRASIL
Fone: (11) 3662.4826
PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um ato de solidariedade. Peço a todas as pessoas que receberam esta mensagem que, por favor, tentem se conscientizar da necessidade que nós, seres humanos,temos de receber a ajuda um do outro.
Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde aquela que você escreve todos os dias, até a pessoa que você não escreve há muito tempo...
Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família...
'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas (...)
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
RECIPROCIDADE
Dedicado a Joabe Tavares de Souza
Seria fácil furtar de minha mente algumas palavras que demonstrassem seu valor se você fosse apenas alguém que vem e que passa sem deixar raízes e estabelecer troca de conhecimento. Felizmente não é assim. Você, meu caro amigo, me disse certa vez que perpetua sua busca por conhecimento para mostrar a você mesmo e aos que, por ventura, tiverem a oportunidade de lhe conhecer da necessidade de uma mudança no comportamento e nas mentalidades, pois você não é a primeiro ser humano fisicamente limitado nem será o último. Esperar que os outros façam tudo por nós, ao invés de sermos proativamente éticos, é o princípio de todas as desigualdades. Mas só quem encontra-se, de alguma forma, à margem desse sistema constitucionalmente transgressor de seus princípios sabe de suas dificuldades.
A mim você não precisa provar o seu valor, porque você é o valor em pessoa. Se algum dia o tempo nos tirar a mutualidade de nossa amizade, quero que você confie no verdadeirismo que ela representou. Se um dia eu procurá-lo e não mais achá-lo, e eu espero sinceramente que seus pressentimentos estejam errados, sei que estarás em algum lugar desse vasto universo junto a outros poetas e sonhadores. E quando eu quiser senti-lo colocarei a mão sobre o lado esquerdo do meu peito onde você estará guardado debaixo de sete chaves.
Desejo a você toda a prosperidade que os seus méritos puderem lhe obsequiar, toda a sorte que a vida puder lhe reservar, toda a paz que seu espírito precisar, pois você deve consumar seu legado produzindo o que lhe faz sentir vivo, o que ronda seus sentimentos, o que faz outros indivíduos enxergarem, por meio de suas poesias, alegrias e tristezas, porque se não faz sentido ao outro não tem razão para continuar existindo. Te desejo vida e todos os amores que a mesma puder lhe dar. Feliz aniversário meu amigo!!!
Leonardo Nascimento
Seria fácil furtar de minha mente algumas palavras que demonstrassem seu valor se você fosse apenas alguém que vem e que passa sem deixar raízes e estabelecer troca de conhecimento. Felizmente não é assim. Você, meu caro amigo, me disse certa vez que perpetua sua busca por conhecimento para mostrar a você mesmo e aos que, por ventura, tiverem a oportunidade de lhe conhecer da necessidade de uma mudança no comportamento e nas mentalidades, pois você não é a primeiro ser humano fisicamente limitado nem será o último. Esperar que os outros façam tudo por nós, ao invés de sermos proativamente éticos, é o princípio de todas as desigualdades. Mas só quem encontra-se, de alguma forma, à margem desse sistema constitucionalmente transgressor de seus princípios sabe de suas dificuldades.
A mim você não precisa provar o seu valor, porque você é o valor em pessoa. Se algum dia o tempo nos tirar a mutualidade de nossa amizade, quero que você confie no verdadeirismo que ela representou. Se um dia eu procurá-lo e não mais achá-lo, e eu espero sinceramente que seus pressentimentos estejam errados, sei que estarás em algum lugar desse vasto universo junto a outros poetas e sonhadores. E quando eu quiser senti-lo colocarei a mão sobre o lado esquerdo do meu peito onde você estará guardado debaixo de sete chaves.
Desejo a você toda a prosperidade que os seus méritos puderem lhe obsequiar, toda a sorte que a vida puder lhe reservar, toda a paz que seu espírito precisar, pois você deve consumar seu legado produzindo o que lhe faz sentir vivo, o que ronda seus sentimentos, o que faz outros indivíduos enxergarem, por meio de suas poesias, alegrias e tristezas, porque se não faz sentido ao outro não tem razão para continuar existindo. Te desejo vida e todos os amores que a mesma puder lhe dar. Feliz aniversário meu amigo!!!
Leonardo Nascimento
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
UM PRESENTE
Um embrulho enorme
Uma caixa dentro da outra
Com uma fita vermelha entre laços
Desmancha o contente
Cheio de esperança
Com uma sensação estranha de medo
E vai indo em frente
Abrindo uma após outra
Sempre extremamente ansioso
Um filme em sua mente
Passa como câmera lenta
Deixando o nervoso
Como se se estivesse
Dentro da escuridão de uma mina
A procura de um imenso tesouro
Para tudo de repente
Já cansado se senta
Solta um prolongado suspiro
Após alguns instantes
Volta a sua busca
Com muito mais instusiarmo
Mas os dedos começam adormecer
De tanto abrir caixa e laço desmancha
O fim de tudo vai logo se aproximando
Com isso o sentimento de alivio começa fluir
Mas ao mesmo tempo a agonia da curiosidade
Tomam dimensões cada vez maiores e mais fortes
Abrindo o ultimo embrulho aparece um envelope
E dentro do mesmo uma carta com apenas
Uma frase escrita com tinta de lagrima seca que diz eu te AMO,,,,,.
AUTOR; Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta /18/8/2007/.
Uma caixa dentro da outra
Com uma fita vermelha entre laços
Desmancha o contente
Cheio de esperança
Com uma sensação estranha de medo
E vai indo em frente
Abrindo uma após outra
Sempre extremamente ansioso
Um filme em sua mente
Passa como câmera lenta
Deixando o nervoso
Como se se estivesse
Dentro da escuridão de uma mina
A procura de um imenso tesouro
Para tudo de repente
Já cansado se senta
Solta um prolongado suspiro
Após alguns instantes
Volta a sua busca
Com muito mais instusiarmo
Mas os dedos começam adormecer
De tanto abrir caixa e laço desmancha
O fim de tudo vai logo se aproximando
Com isso o sentimento de alivio começa fluir
Mas ao mesmo tempo a agonia da curiosidade
Tomam dimensões cada vez maiores e mais fortes
Abrindo o ultimo embrulho aparece um envelope
E dentro do mesmo uma carta com apenas
Uma frase escrita com tinta de lagrima seca que diz eu te AMO,,,,,.
AUTOR; Joabe Tavares de Souza - Joabe o Poeta /18/8/2007/.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Siga
Siga esse seu caminho
Distribuindo somente
Amor e singelo carinho
Alegrando os corações carentes.
Vai as almas libertando
Da tristeza agonizante
E da dor vai livrando
Faça seguirem enfrente.
Doe vida e crie sonho
Vai lança sua semente
E adube os solos
Com sua sinceridade.
Veja o campo florindo
Sinta o perfume
No ar fluindo
Sinta as cores na serenidade.
Domine com a voz o vento
E veja as ondas obedece-te
Sinta-me ao seu lado caminhando
No alto do horizonte.
Veja o quanto há a ser feito
E só depende de você
Se desprenda do seu medo
E seja na vida um agente.
Revelar-te-ei agora um segredo
Foste criado para este embate
E com o meu sangue foste comprado
Para transmitir alegria a quem quisesse.
Veja tudo está ao seu comando
O céu, o mar, as estrelas e as aves
E ainda assim o livre arbítrio te concedo
O de amar-me como teu DEUS unicamente.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
Distribuindo somente
Amor e singelo carinho
Alegrando os corações carentes.
Vai as almas libertando
Da tristeza agonizante
E da dor vai livrando
Faça seguirem enfrente.
Doe vida e crie sonho
Vai lança sua semente
E adube os solos
Com sua sinceridade.
Veja o campo florindo
Sinta o perfume
No ar fluindo
Sinta as cores na serenidade.
Domine com a voz o vento
E veja as ondas obedece-te
Sinta-me ao seu lado caminhando
No alto do horizonte.
Veja o quanto há a ser feito
E só depende de você
Se desprenda do seu medo
E seja na vida um agente.
Revelar-te-ei agora um segredo
Foste criado para este embate
E com o meu sangue foste comprado
Para transmitir alegria a quem quisesse.
Veja tudo está ao seu comando
O céu, o mar, as estrelas e as aves
E ainda assim o livre arbítrio te concedo
O de amar-me como teu DEUS unicamente.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O meu amor é
O meu amor é
É sincero e real
É Chuva e neve
É frio e calor
É verso e rima
É sim e não
É sol e lua
É céu e mar
É inverno e verão
É orvalho e lagrimas
É sonho e desejo
É raiva e perdão
É raio e vendaval
É lampejo e trovão
É liquido e solido
É odor e perfume
É outono e primavera
É amigo e irmão
É enchente e furacão
É verdade e ilusão
É caricia e beijo
É dia e noite
É sempre e nunca
É cama e chão
É pé e mão
É sussurro e grito
É pagina e rabisco
É guitarra e violão
É casebre e mansão
É querer e loucura
É ar e fogo
É agressão e ternura
É paixão e encanto
É magia e sedução
É flores e estrelas
É história e conto
É o velho e o novo
É o fim e o começo
O meu amor
É tudo que eu busco
Nos seus negros olhos
O meu amor sou eu
Desenhado em você.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
É sincero e real
É Chuva e neve
É frio e calor
É verso e rima
É sim e não
É sol e lua
É céu e mar
É inverno e verão
É orvalho e lagrimas
É sonho e desejo
É raiva e perdão
É raio e vendaval
É lampejo e trovão
É liquido e solido
É odor e perfume
É outono e primavera
É amigo e irmão
É enchente e furacão
É verdade e ilusão
É caricia e beijo
É dia e noite
É sempre e nunca
É cama e chão
É pé e mão
É sussurro e grito
É pagina e rabisco
É guitarra e violão
É casebre e mansão
É querer e loucura
É ar e fogo
É agressão e ternura
É paixão e encanto
É magia e sedução
É flores e estrelas
É história e conto
É o velho e o novo
É o fim e o começo
O meu amor
É tudo que eu busco
Nos seus negros olhos
O meu amor sou eu
Desenhado em você.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Por que te quero?
Te quero por que você me faz sonhar
Me tira desse meu mundo real e cruel
Onde a minha luta contra o meu sofrer
É intenso e as dores me causam cansaço
Me leva com as suas caricias ao paraíso
Onde tudo em mim se transforma
Minhas lagrimas se transmutam em orvalho
Que levemente molha seu corpo
Quero sentir sobre mim os seus quentes lábios
Descobrindo meus segredos nas minhas curvas
E eu me entregando aos banhos negros
Dos seus macios e perfumados cabelos
Te quero por que vejo nos seus esperanças
Nos seus sorrisos a minha calma
No seu respirar meus desejos
No tocar dos seus dedos nos meus lábios
Esse sonho louco de te encontrar
Num beijo ter a certeza que não é um sonho
Te quero por que mesmo sofrendo ainda te amo.
Joabe Tavares Souza – Joabe o Poeta...
Me tira desse meu mundo real e cruel
Onde a minha luta contra o meu sofrer
É intenso e as dores me causam cansaço
Me leva com as suas caricias ao paraíso
Onde tudo em mim se transforma
Minhas lagrimas se transmutam em orvalho
Que levemente molha seu corpo
Quero sentir sobre mim os seus quentes lábios
Descobrindo meus segredos nas minhas curvas
E eu me entregando aos banhos negros
Dos seus macios e perfumados cabelos
Te quero por que vejo nos seus esperanças
Nos seus sorrisos a minha calma
No seu respirar meus desejos
No tocar dos seus dedos nos meus lábios
Esse sonho louco de te encontrar
Num beijo ter a certeza que não é um sonho
Te quero por que mesmo sofrendo ainda te amo.
Joabe Tavares Souza – Joabe o Poeta...
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Metaforizando
Metáfora é viver
E depois sem querer
Do nada morrer
E depois de você esquecer
O passado se apostando de você
Mas mesmo assim vai tentando sobreviver
Metaforizando um ser
Neste jeito de viver.
Joabe Tavares de Souza - Joabe o poeta...
E depois sem querer
Do nada morrer
E depois de você esquecer
O passado se apostando de você
Mas mesmo assim vai tentando sobreviver
Metaforizando um ser
Neste jeito de viver.
Joabe Tavares de Souza - Joabe o poeta...
sábado, 18 de dezembro de 2010
Joabe o poeta historiador: Que eu possa sonhar
Joabe o poeta historiador: Que eu possa sonhar: "Que venha a noite Que eu possa dormir Que o mar me domine Que eu possa chorar Que aquela estrela brilhe Que eu a possa sentir Que o sol o di..."
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Que eu possa sonhar
Que venha a noite
Que eu possa dormir
Que o mar me domine
Que eu possa chorar
Que aquela estrela brilhe
Que eu a possa sentir
Que o sol o dia ilumine
Que eu possa nele te buscar
Que o pássaro me desperte
Que eu possa sua voz ouvir
Que na areia eu caminhe
Que eu nela possa te desenhar
Que as ondas em fúria engulam-me
Que eu possa como a fênix do nada surgir
Que a corrente de ar me guie
Que eu possa sentir na pele a brisa do mar
Que o dia quente me castigue
Que a sombra da solidão não venha me atrair
Que eu possa como uma criança sorrir
Que a magia da vida nunca me deixe
Que eu possa sempre ela renovar
Que o desejo de viver sempre me excite
Que eu possa as minhas dores resistir
Que as flores no meu jardim abrem-se
Que eu possa com os seus perfumes brincar
Que a sua essência com a minha se misture
Que a tarde venha e o sol se esconde
Que eu possa no horizonte o seu cair curtir
Que a felicidade sem demora me procure
Que eu possa na grama deita e ver o luar
Que o sono lentamente venha-me
Que neste instante nada possa me oprimir
Que eu posso simpremente com você sonhar
Que ninguém queira por razão alguma acordar-me.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
Que eu possa dormir
Que o mar me domine
Que eu possa chorar
Que aquela estrela brilhe
Que eu a possa sentir
Que o sol o dia ilumine
Que eu possa nele te buscar
Que o pássaro me desperte
Que eu possa sua voz ouvir
Que na areia eu caminhe
Que eu nela possa te desenhar
Que as ondas em fúria engulam-me
Que eu possa como a fênix do nada surgir
Que a corrente de ar me guie
Que eu possa sentir na pele a brisa do mar
Que o dia quente me castigue
Que a sombra da solidão não venha me atrair
Que eu possa como uma criança sorrir
Que a magia da vida nunca me deixe
Que eu possa sempre ela renovar
Que o desejo de viver sempre me excite
Que eu possa as minhas dores resistir
Que as flores no meu jardim abrem-se
Que eu possa com os seus perfumes brincar
Que a sua essência com a minha se misture
Que a tarde venha e o sol se esconde
Que eu possa no horizonte o seu cair curtir
Que a felicidade sem demora me procure
Que eu possa na grama deita e ver o luar
Que o sono lentamente venha-me
Que neste instante nada possa me oprimir
Que eu posso simpremente com você sonhar
Que ninguém queira por razão alguma acordar-me.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Um Brinde ao Futuro
CLARINHA,
Um Brinde ao Futuro
Clarinha é claramente semelhante aos pais. A figura feminina impera. Rosas e balé, dinheiro e religião. Assim instruíram-lhe. Delicadeza e um sorriso literalmente cativo. Outras vítimas das mazelas das periferias a mesma sorte não tiveram. Acreditar na compensação da obediência e da submissão perpetua os mecanismos de opressão e de desigualdades. Certamente que há dicotomia entre o conhecimento e a fé. Quanto maior a procura pelo primeiro, maior a distância do último, que representa o caminho, a verdade e a vida.
Clarinha não foge à regra. Com quinze invernos em pleno verão – e com notável temor à benevolente ira da onisciência divinal –, entrega-se aos impulsos homoafetivos que a afligem desde a infância. Embora seus pais, do contrário lhe instruísse, ainda assim a pobre luxuriante menina, por alguma razão, não teme o abominável pecado da contradição da predestinação do homem para a mulher e da mulher para o homem. Também pudera! Seus pais, em si mesmos, oprimiram o desejo de desejar a mesma carne.
Clarinha enseja-se das curvas e rachas das descendentes, de barro, da costela de Adão. Envida-se delas sem prejulgá-las. Experimenta posições. Esvai-se de sensações pecaminosas. Goza-se. Se seus pais invertem valores comportamentais, por que, então, Clarinha privar-se-ia de seus anseios? Afinal, enganar-se adianta se a corrompida sociedade não fizer o mesmo? Ou, talvez, seja mais prático excomungar aqueles que não têm medo de serem menos infelizes...
Leonardo Nascimento
Um Brinde ao Futuro
Clarinha é claramente semelhante aos pais. A figura feminina impera. Rosas e balé, dinheiro e religião. Assim instruíram-lhe. Delicadeza e um sorriso literalmente cativo. Outras vítimas das mazelas das periferias a mesma sorte não tiveram. Acreditar na compensação da obediência e da submissão perpetua os mecanismos de opressão e de desigualdades. Certamente que há dicotomia entre o conhecimento e a fé. Quanto maior a procura pelo primeiro, maior a distância do último, que representa o caminho, a verdade e a vida.
Clarinha não foge à regra. Com quinze invernos em pleno verão – e com notável temor à benevolente ira da onisciência divinal –, entrega-se aos impulsos homoafetivos que a afligem desde a infância. Embora seus pais, do contrário lhe instruísse, ainda assim a pobre luxuriante menina, por alguma razão, não teme o abominável pecado da contradição da predestinação do homem para a mulher e da mulher para o homem. Também pudera! Seus pais, em si mesmos, oprimiram o desejo de desejar a mesma carne.
Clarinha enseja-se das curvas e rachas das descendentes, de barro, da costela de Adão. Envida-se delas sem prejulgá-las. Experimenta posições. Esvai-se de sensações pecaminosas. Goza-se. Se seus pais invertem valores comportamentais, por que, então, Clarinha privar-se-ia de seus anseios? Afinal, enganar-se adianta se a corrompida sociedade não fizer o mesmo? Ou, talvez, seja mais prático excomungar aqueles que não têm medo de serem menos infelizes...
Leonardo Nascimento
domingo, 12 de dezembro de 2010
Rima de amor
Queria de um jeito único amar
Sem me preocupar que a noite tenha fim
Queria apenas de amor sonhar
Sentir das estrelas os seus brilhos em mim
Queria com a lua a valsa dançar
Sem ter medo que o quente véu tenha fim.
Queria apenas ter a certeza
Que nesta mesma valsa teria você aqui
Se entregando por inteira
No ritimo perfeito das ondas que nos molha
Quebrando o gelo que fica
Da distancia entre nossos sonhos de amor.
Quero apenas que a noite venha e nunca termina
Para que eu durma
E te tenha ao menos em meus sonhos só minha
E eu assim possa
Te sentir feliz como sinto a brisa do finito mar
Na loucura de amar.
Quero conseguir rimar
O seu gostoso sorriso com o meu
E nunca deixar de te amar
Quero misturar meu sonho com o seu
E a vida com tudo rimar
Assim numa perfeita rima de amor.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
Sem me preocupar que a noite tenha fim
Queria apenas de amor sonhar
Sentir das estrelas os seus brilhos em mim
Queria com a lua a valsa dançar
Sem ter medo que o quente véu tenha fim.
Queria apenas ter a certeza
Que nesta mesma valsa teria você aqui
Se entregando por inteira
No ritimo perfeito das ondas que nos molha
Quebrando o gelo que fica
Da distancia entre nossos sonhos de amor.
Quero apenas que a noite venha e nunca termina
Para que eu durma
E te tenha ao menos em meus sonhos só minha
E eu assim possa
Te sentir feliz como sinto a brisa do finito mar
Na loucura de amar.
Quero conseguir rimar
O seu gostoso sorriso com o meu
E nunca deixar de te amar
Quero misturar meu sonho com o seu
E a vida com tudo rimar
Assim numa perfeita rima de amor.
Joabe Tavares de Souza – Joabe o Poeta.
sábado, 11 de dezembro de 2010
AMOR DE MARESIA
Abri-me por inteiro para o mar
Lavei minha alma de toda dor
Deixei a onda simpremente banha-me
Levando para profundeza minha solidão
A lua se fez presente com seu véu
As estrelas cintilantes com seus brilhos
Entreguei-me a areia quente e fechei os olhos
E deixei minha mente criar asas
Buscando o meu desejo na sua imagem
Desenhada pelas estrelas no azul escuro celeste
Senti a força e o calor dos seus abraços
No envolver-me na areia me sentindo entregue
Aos seus delirantes e enlouquente carinhos
Tendo em mim os toques de suas suadas mãos
Arrebatando-me num orgasmo de sonhos
Tirando-me o mais profundo suspiro de amor
aahh!! Eu vivi você presente em mim
Nua como a brilhante lua no céu
Dominado todas as minhas emoções
E o mar ali presenteando todo louco
Como testemunho nupcial do amor
Amor a beira mar, amor de maresia.
Joabe Tavares Souza – Joabe o Poeta.
Lavei minha alma de toda dor
Deixei a onda simpremente banha-me
Levando para profundeza minha solidão
A lua se fez presente com seu véu
As estrelas cintilantes com seus brilhos
Entreguei-me a areia quente e fechei os olhos
E deixei minha mente criar asas
Buscando o meu desejo na sua imagem
Desenhada pelas estrelas no azul escuro celeste
Senti a força e o calor dos seus abraços
No envolver-me na areia me sentindo entregue
Aos seus delirantes e enlouquente carinhos
Tendo em mim os toques de suas suadas mãos
Arrebatando-me num orgasmo de sonhos
Tirando-me o mais profundo suspiro de amor
aahh!! Eu vivi você presente em mim
Nua como a brilhante lua no céu
Dominado todas as minhas emoções
E o mar ali presenteando todo louco
Como testemunho nupcial do amor
Amor a beira mar, amor de maresia.
Joabe Tavares Souza – Joabe o Poeta.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Estou chorando
Não, não escondo o meu amor
O meu jeito de te querer e te amar
De me sentir parte de você
De realizar em mim os seus sonhos
Muito menos de me render aos seus caprichos
Nas minhas delirantes loucuras
Não, não consigo mentir para mim mesmo
Pois te amar ainda que do meu jeito
Me faz feliz ou tristemente sofrer
Estou chorando sim por ama-te
Por fazer de ti a minha alegria de viver
A minha doce esperança de me sentir vivo
Por deixar em suas mãos a minha vida
E você o que me faz?
Ora me eleva aos céus com sua forma de amar
Demonstra todo seu desejo em loucuras
Dando sentido a essa minha sofrida existência
Ora como se eu fosse uma taça de cristal
Me joga ao chão restando apenas me refazer
Juntando a mim mesmo nos cacos espalhados
Com meus olhos transbordando em prantos
Por olhar em mim e não mais te ver
Por sentir que estou te perdendo
É por isso que estou chorando.
Joabe Tavares Souza – Joabe o Poeta.
O meu jeito de te querer e te amar
De me sentir parte de você
De realizar em mim os seus sonhos
Muito menos de me render aos seus caprichos
Nas minhas delirantes loucuras
Não, não consigo mentir para mim mesmo
Pois te amar ainda que do meu jeito
Me faz feliz ou tristemente sofrer
Estou chorando sim por ama-te
Por fazer de ti a minha alegria de viver
A minha doce esperança de me sentir vivo
Por deixar em suas mãos a minha vida
E você o que me faz?
Ora me eleva aos céus com sua forma de amar
Demonstra todo seu desejo em loucuras
Dando sentido a essa minha sofrida existência
Ora como se eu fosse uma taça de cristal
Me joga ao chão restando apenas me refazer
Juntando a mim mesmo nos cacos espalhados
Com meus olhos transbordando em prantos
Por olhar em mim e não mais te ver
Por sentir que estou te perdendo
É por isso que estou chorando.
Joabe Tavares Souza – Joabe o Poeta.
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